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06/01/2010

Avanços Google


Google candidata-se a administrador de frequências de rádio vagas nos EUA
Por IDG News Service/Londres
Publicada em 05 de janeiro de 2010 às 15h48
Atualizada em 05 de janeiro de 2010 às 16h57
Empresa apresentou à agência reguladora proposta para gerenciar uso de faixas próximas às da TV, para exploração por banda larga sem fio.
O Google solicitou à Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC, na sigla em inglês) permissão para administrar um banco de dados que permitiria a dispositivos sem fio acessar a banda larga da internet usando um espectro de frequências não licenciado, conhecido como "white spaces" (espaços brancos).

A posição marca uma mudança de atitude do Google, que em fevereiro de 2009 afirmou que não pretendia ser um administrador desse recurso.

O banco de dados, que poderia ser mantido por várias empresas, é necessário para assegurar que os dispositivos não causem interferência em sinais vizinhos, usados por emissoras de TV. Em novembro de 2008, o FCC aprovou a operação de aparelhos com potência de até 100 miliwatts nos espaços brancos ou de até 40 miliwatts em espectros adjacentes aos das estações de TV.
Alternativa barata
O uso dos espaços brancos poderia dar aos provedores de internet um modo mais barato de oferecer serviços de banda larga em áreas rurais, que não contam com os benefícios da expansão das fibras ópticas tal como ocorreu nas cidades.

Contudo, o uso das frequências do espaço branco enfrenta a oposição da indústria de televisão dos EUA, que teme interferências, e também dos fabricantes de microfones sem fio, cujos produtos também usam espectros do espaço branco. Mas os fabricantes de aparelhos de banda larga sem fio argumentam que seus produtos têm recursos precisos de geolocalização, que permitiriam evitar interferências por meio da pesquisa em um banco de dados.

O Google quer que a FCC opte por uma arquitetura aberta para o banco de dados, com uma espécie de câmara de compensação que coletaria e distribuiria as mudanças a outros fornecedores de bancos de dados, de acordo com a proposta publicada pela companhia em seu blog de políticas públicas.
Acessível e aberto
"O que propomos é a construção de um banco de dados que seja publicamente acessível e aberto para consulta, para que qualquer indivíduo possa examinar seus dados", escreveu o conselheiro do Google para mídia e telecomunicações, Richard Whitt.

Um dispositivo poderia pesquisar o banco de dados e receber informações sobre os canais disponíveis e o nível de potência permitido na área, descreve a proposta do Google. Os operadores de banco de dados receberiam informação atualizada, provavelmente, com periodicidade diária.

O banco de dados é uma exigência do FCC para que o espaço branco possa ser utilizado. Em fevereiro de 2009, o Google se uniu a empresas como Motorola, Microsoft, Dell e Hewlett-Packard para criar o White Spaces Database Group, que trabalha com especificações técnicas para este banco de dados.

O prazo final para submissão de propostas de administração de banco de dados ao FCC termina na segunda-feira (11/1).
(Jeremy Kirk)


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